Sucesso Feminino - Beleza, Saúde, Sexualidade...
   Home     Shopping     Mini Cursos     Contato

  

  Home
  Beleza
  Comportamento
  Dia da Mulher
  Dieta e Nutrição
  Frases
  Histórico
  Mensagens
  Saúde da Mulher
  Sexualidade
  Fale Conosco
 




   
 
SAÚDE DA MULHER

MENOPAUSA  E  SEXUALIDADE

       A procriação não é a única – nem a principal - motivação para as relações sexuais entre os seres humanos. A conjugação dos afetos, a possibilidade de compartilhar sentimentos e, basicamente, o prazer das sensações atingidas pela intimidade dos corpos são fatores muito mais importantes a serem considerados do que o eventual desejo de perpetuação da espécie.

       O impulso erótico, em seu significado mais abrangente de “busca do prazer”, inicia-se nos primeiros dias de vida e se estende por toda a nossa existência, não sendo uma característica exclusiva de uma determinada faixa etária. O impulso sexual, porém, recebe múltiplas influências com o passar dos anos: algumas de caráter físico (diminuição natural da produção de hormônios, instalação de doenças degenerativas, etc.), outras de origem psíquica (depressão) e sócio-cultural. Neste último caso, não podemos deixar de mencionar a nefasta influência de alguns conceitos religiosos – surgidos na Idade Média, mas que ainda perduram – que ligaram o sexo ao pecado e à culpa, e que afirmavam ser a produção de filhos o único objetivo do relacionamento amoroso (!).

       Uma pesquisa - apresentada na Universidade de Campinas (SP) em setembro de 2000, contando com a participação de 456 mulheres, cujas idades variavam entre 45 e 60 anos - revelou que 68% das entrevistadas mantinham atividade sexual regular. Neste grupo, 88% responderam que tinham prazer durante a relação. Entre as ativas sexualmente, 56% garantiram manter de 1 a 4 relações por mês. Um percentual expressivo, 29%, disse ter de cinco a dez relações/mês; 12%, de 11 a 20 relações; e 3%, 21 ou mais relações. Esses dados deixam claro que o avançar da idade, por si só, não se traduz necessariamente pela renúncia ao exercício da sexualidade entre os casais.

       Nos homens, a partir dos cinqüenta anos, a produção de hormônios pelos testículos, começa a declinar de forma lenta e gradual, porém persistindo por toda a vida. Nas mulheres, os hormônios ovarianos diminuem de maneira mais aguda, durante a quarta década de vida, ao término da qual ocorre a menopausa (a última menstruação). O desempenho sexual de homens e mulheres diminui, natural-mente, com a queda dos níveis hormonais. Mas, diminuir não significa terminar...

       No climatério, os sintomas decorrentes da queda dos níveis hormonais, como as ondas de calor, os suores noturnos, a menor elasticidade e lubrificação da vagina podem prejudicar, de forma mais ou menos intensa, o relacionamento sexual da mulher nesta fase. A secura vaginal torna a penetração mais difícil – e até dolorosa -, criando a associação “sexo-dor” em lugar de “sexo-prazer”, o que faz com que muitas mulheres passem a evitar as relações por esse motivo. Entretanto, esse processo pode ser evitado - ou revertido – com o uso de diversos medicamentos atualmente disponíveis. Em outras palavras, é possível manter uma vida sexual ativa e prazerosa por muitos e muitos anos após a menopausa.

        Em 1940, a expectativa de vida das brasileiras era de apenas 45 anos; isto é, a maioria falecia antes da menopausa. Segundo o relatório de 2002 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a média de vida das mulheres em nosso país alcançou os 74,9 anos. Isso significa que, atualmente, elas passam pelo menos um terço de suas vidas na pós-menopausa. Mas, não basta viver mais; é preciso viver melhor, com mais qualidade...

       A sexualidade feminina foi reprimida por muitos séculos, vitimada pela opressão masculina. Talvez, a expressão plena dessa sexualidade faça parte do que, para elas, seja “viver melhor”. Inúmeros fatores (físicos, psíquicos e sócio-culturais) podem afetar o relacionamento íntimo dos casais, mas o mais importante é que a mulher, em qualquer idade, não cultive falsos preconceitos sobre si mesma.

Dr. Carlos Antônio da Costa

Ginecologista e Obstetra

CRMSC 9758 – TEGO 035/79

www.drcarlos.med.br/

gocomponto@yahoo.com.br

 

Voltar à lista de Artigos

Indique esta Página!

 

 

 

Repeletron
Espante os animais e insetos de sua casa

R$ 59,99 ou 3 x R$ 19,99

 

ShakeLight - Lanterna sem pilhas nem baterias.
R$ 39,99 ou
3 x R$ 13,33

 

 

 

Sucesso Feminino.Com

As informações contidas neste site são somente para informações e não substituem a consulta de um especialista